quinta-feira, 9 de julho de 2020

Vila Gaivota Capítulo I



O silêncio da madrugada que finda quebra-se com a algazarra dos pássaros marinhos que bailam sobre as águas calmas da manhã. Os primeiros raios de sol e a brisa do mar espantam a névoa branda que recobre a pequena vila Gaivota. Um recanto perdido no tempo, onde a maioria de seus habitantes são pescadores artesanais. Vivem exclusivamente da pesca e artesanatos. As mulheres, além de seus afazeres domésticos, dedicam-se a confecção de colchas, toalhas e trilhos em rendas. Trabalhos artesanais que enchem os olhos dos muitos turistas que, no verão, quebram a rotina dessa gente simples e hospitaleira.
Os Homens passam a maior parte do tempo no mar. Os cardumes estão ficando menores a cada ano por causa da pesca predatória. Isso os obriga a irem cada vez mais longe atrás dos pescados. Quando estão em terra firme, dedicam-se aos consertos das redes, manutenção dos barcos e uma boa prosa com os amigos, onde os assuntos giram quase sempre em torno da pesca. Os filhos, crianças ou adolescentes participam das tarefas domésticas, mas ao contrário dos mais antigos, que na maioria são semi-analfabetos, não se privam de conhecimentos. Todos estudam numa única escola construída e mantida pela prefeitura da Capital e a Associação de Pescadores da localidade, que abriga alunos do primeiro ano ao segundo grau. Crianças sadias e inteligentes como Pedrinho., um garoto com 13 anos, muito alegre e esperto, mas um tanto franzino para a sua idade. Tinha as pernas muito finas, pele morena, olhos grandes e expressivos. Como acontece quase em todas as manhãs, um fecho de luz alcança seus olhos através da janela e o acorda gentilmente. Pedrinho estica-se prazerosamente na cama com colchão de palha para espantar a preguiça e, num pulo só, salta frente à janela, tomando o cuidado para não acordar seus irmãos que dormem no mesmo quarto, exceto Ritinha. Por ser uma mocinha, goza do privilégio de ter seu cantinho próprio. O ar fresco da manhã e o cheiro do mar se misturam com o aroma convidativo do café que Dona Cotinha, mãe de Pedrinho, está preparando no fogão a lenha. Uma senhora de origem lusitana, beirando os seus 45 anos e, apesar da vida difícil na vila de pescadores, tinha uma aparência jovial, com dentes perfeitos e curvas bem acentuadas. Andava sempre bem arrumada, mas sem muita vaidade. O mesmo não se podia falar de seu Pitanga, pai de Pedrinho e marido de Dona Cotinha. Homem de meia idade, sério, pele castigada pelo sol e mãos calejadas pelo trabalho árduo nos barcos de pesca. O Apelido pitanga vem dos tempos de infância. Seu José (seu nome verdadeiro), colhia frutas silvestres para fazer sucos e picolés para vender nas praias. Uma forma que encontrou para ajudar com as despesas da casa, durante o defeso da pesca. Apesar de pouca ou quase nenhuma instrução, seu Pitanga era esperto. Bom de contas como comentavam seus companheiros nos barcos. Ninguém lhe passava a perna. Um homem duro, mas dedicado ao trabalho e a família, que, diga-se de passagem, não era pequena. Neco, o filho mais velho com 20 anos, atuava como pai substituto na falta de seu Pitanga, quando este saia para mar aberto para pescar. Ritinha, única filha no auge de seus 15 anos, era uma menina linda de pele morena e curvas bem definidas, seguindo a linha de beleza de sua mãe, e que já despertava a atenção dos rapazes da vila. Zico com 10 anos era diferente dos outros. Digamos que ele tinha seu mundo próprio. Os médicos não conseguiram encontrar uma resposta que pudesse explicar seu comportamento. Fora isso, ele era um garoto aparentemente normal. Falava pouco e tinha um olhar enigmático como se visse coisas que os outros não pudessem ver. Para completar, Metralha. Um vira-lata de porte médio, pelo curto, orelhas grandes e hiper ativo. Recebeu esse nome por causa das manchas negras ao redor dos olhos, que contrastava com a cabeça branca. Isso dava a impressão de uma máscara tipo a dos Irmãos Metralhas, personagens de histórias em quadrinhos de Disney que Pedrinho adorava ler.
- Onde está esse menino, que ainda não veio tomar café? - Perguntou Dona Cotinha. - Vai acabar se atrasando para a aula novamente.
-Pedrinho? - Chamou ela novamente, sem sucesso. - Vai lá Ritinha. Chama logo teu irmão. Senão aparecer logo, vou deixar ele sem café.
Ritinha que já vivia de birra com Pedrinho, atendeu sua mãe reclamando.
- Porque que sempre eu tenho que ir chamar esse preguiçoso. Todo dia é a mesma coisa né mãe. Ritinha não havia dado três passos e Pedrinho ainda com cara de sono e os cabelos bagunçados, apareceu na porta da cozinha.
- Bom dia. O que essa chata tá cacarejando aí, mãe? - Perguntou Pedrinho, coçando a cabeça.
- Há gurizinho, agora você vai ver o cacarejando, sua cabeça de tartaruga. Ritinha saltou esbravejando em direção a seu irmão, que imediatamente começou a correr ao redor da mesa, rindo muito. Zico observava tudo sem esboçar nenhuma reação. Apenas acompanhava com os olhos ausentes e sem expressão, como se estivesse em outra dimensão. A bagunça só acabou quando Neco entrou na cozinha botando ordem na casa.
. – Ei! Posso saber o porquê dessa gritaria toda? Que coisa mais ridícula. Da pra ouvir vocês brigando lá da estrada.
- Foi o Pedrinho quem começou, Neco. - Disse Ritinha ainda ofegante. - Ele me chamou de galinha.
- Mentira. Ela tava gritando aqui na cozinha e eu só perguntei por que ela tava cacarejando.
- E não é a mesma coisa? Seu... Seu... - Ritinha quase soltou um palavrão, mas engoliu em seco.
- Fala ai. - Disse Pedrinho. - Chame-me de cabeça de tartaruga, agora que o Neco ta aqui.
Neco olhou para dona Cotinha e fez um esforço para não rir, mantendo a seriedade que precisava no momento. às vezes era impossível não achar graça daquelas pequenas crises domésticas. Eles arrumavam cada termo para se digladiarem.
-Tá bom. Mas agora vamos acabar por aqui. Neco interveio novamente. E a senhora, né mãe? -Ele tão sempre se pegando e a senhora não faz nada.
- O que você quer que eu faça, meu filho? Só se amarrar esses dois numa árvore o dia todo.
Neco olhou Fixamente para os dois galinhos de briga, num sinal de aprovação daquela idéia. Ritinha e Pedrinho olharam-se temerosos porque conheciam bem aquele olhar do irmão. Então Neco foi logo dizendo:
- Pois é exatamente isso que vou fazer se vocês se pegarem novamente. E de frente um pro outro com rostinho colado e tudo. Fui bem claro?
Pedrinho respondeu rapidamente que sim. Só de imaginar ficar o dia todo olhando para a sua irmã, já se arrepiava todo. Ritinha também concordou. Provavelmente pensando a mesma coisa que Pedrinho. Ânimos acalmados, todos tomaram café harmoniosamente. Pedrinho foi o primeiro a acabar, pois já estava um pouco atrasado para ir à escola.
- Oi Pessoal. - Pedrinho cumprimentou seus amigos que estavam no pátio aguardando o sinal para entrarem nas salas de aula. Ele tinha muitos colegas, mas cinco garotos eram os amigos mais chegados. Joca era o mais velho. Um garoto com 14 anos, alto forte, mas de boa paz. Farelo com 13 anos, que tem este apelido por estar sempre com vestígios de farinha ou açúcar na boca. Pezão com 12 anos. Para este se poderia dispensar explicações sobre as razões do apelido. Por último, o Gordo. Também com 12 anos e muito atrapalhado. Pedrinho mesmo sem ser solicitado, foi dando explicações sobre seu atraso. Eles costumavam chegar mais cedo para tricotar um pouco antes das aulas. -Cheguei agora porque tive um arranca-rabo com minha irmã. Por pouco o Neco não da uns cascudos na gente.
- Eu quero é novidade. Comentou Gordo. Vocês nem parecem ser irmãos. Tão sempre se pegando. Eu adoro a minha irmã e a gente se da muito bem.
- É porque você não tem uma cobra como irmã. Sem sem contar que sua irmã já é adulta. Tem mais o que fazer do que ficar te enchendo a paciência. Mas deixa pra lá. Alguma novidade? Perguntou mudando de assunto.
- Bom, o Joca teve uma idéia muito legal. Respondeu Pezão. A gente poderia construir uma cabana no mato pra servir de quartel general. O que você acha?
- Que legal! Boa idéia essa. A gente não ia precisar mais do ranchinho pra se reunir. Já pensaram em como vamos fazer isso?
Joca respondeu.
- Ainda não. Foi só uma idéia por enquanto. Sábado pela manhã, a gente se reúne no ranchinho e combina. Até lá, dá pra todo mundo pensar em algo. O que vocês acham?
Todos concordaram com Joca. Nesse momento o sinal tocou. - Ai meu Deus. Duas aulas de matemática com aquele sargentão agora. Ninguém merece. - Resmungou Farelo, com a boca salpicada de açúcar pelo sonho que estava comendo. Todos riram porque Dona Dulce, a professora a qual Farelo se referiu, era linha dura e não dava mole para ninguém.
Pedrinho entrou na sala e apressou-se em se acomodar em sua carteira. O burburinho enquanto a professora não entrasse em sala era normal e todos conversavam alegremente entre si, ou brincavam com algo. Pedrinho era muito ativo na rua, mas na escola fazia o tipo comportado. Alguém gritou.
- A professora ta chegando pessoal. Imediatamente todos se calaram e voltaram para suas carteiras. Ao entrar na sala, a professora Carmem cumprimentou a classe com fazia todos os dias.
- Bom dia meus queridos. Hoje temos novidades. Vocês vão ter uma nova colega que veio da Capital para morar aqui na Vila. Entre, por favor, Denise. Quero apresentá-la a seus novos colegas.
Todos os olhares se voltaram para a porta da sala na maior curiosidade e então ela entrou.
- Pessoal. - Continuou a professora. - Esta é Denise de Castro e Silva. Espero que todos a tratem com educação e que sejam hospitaleiros com a nova amiguinha de vocês.
Pedrinho parece não ter ouvido uma só palavra da professora. Ficou embasbacado com a beleza da menina. Os cabelos loiros e compridos bem escovados pareciam cascatas em fios de ouro que escorriam pelos ombros até a cintura. A pele alva como nuvem em dias de sol. Os olhos brilhantes e negros como a noite, destacavam-se naquele rostinho rosado. Pedrinho não sabia o que estava acontecendo. Ele era menino ainda, mas as coisas do coração começavam a aflorar sem que se desse conta disso. Como era de se esperar, Denise entrou um pouco acanhada por não conhecer ninguém. Tudo ali era muito novo para ela. Acostumada com a agitação da cidade grande, teria que aprender a viver naquela vila. Seu pai era supervisor em uma empresa de pescados na Capital, mas foi transferido para gerenciar uma filial que seria instalada naquele vilarejo de pescadores, por ser um ponto estratégico para os negócios. Seu pai como excelente profissional e dedicado à empresa onde trabalhava há 15 anos, resolveu vir antecipadamente com a família para se adaptar ao local, conhecer melhor as pessoas e seu modo de vida. A professora deu um tempo para Denise se enturmar e para sorte ou azar de Pedrinho, ela veio a sentar-se ao seu lado.
– Oi tudo bom? . Posso sentar aqui ou essa carteira é de alguém? - Denise perguntou a Pedrinho com um pequeno sorriso, daqueles que não se mostram os dentes. Pedrinho esforçou-se para que seu nervosismo não o denunciasse.
- Não, não. Tá vaga sim.
Denise agradeceu com aquele mesmo sorriso. Acomodou-se e ficou calada até o final da aula. Pedrinho também não arriscou em puxar conversa, mesmo porque estavam em sala, apenas ficou observando discretamente com, o rabo dos olhos, cada detalhe daquela menina interessante. Mas seus devaneios foram interrompidos com o som da voz da professora.
- Pessoal. dois palestrantes do Corpo de Bombeiros da Capital Amanhã virão aqui para nos repassar alguns conhecimentos básicos sobre primeiros socorros. Eu peço que ninguém falte porque vai ser muito interessante para todos nós.
Após o aviso da professora, o sinal para o término das aulas soou forte. Era uma das poucas coisas que Pedrinho não gostava na escola. A campainha ficava próxima a sua sala e isso o incomodava. Quase todos saíram rapidamente, mas Pedrinho, sem saber por que, ficou enrolando um pouco até que Denise se retirasse também.
– Tchau Pedrinho. Até amanhã. - Denise despediu-se e saiu rapidamente. Pedrinho respondeu e ficou ainda ali na sala parado observando ela sair.
- Acorda bobão. Princesas só beijam sapos em contos de fadas. – Tonico, que havia voltado para pegar um livro que esqueceu, comentou rindo da cara do colega. - Ela não é pro nosso bico. Pedrinho deu de ombros e saiu ao encontro dos amigos no pátio.
- E ai Pedrinho. Como é a loirinha que tá na tua sala agora? Perguntou Joca com ar de curiosidade.
- Como você sabe? Quando ela entrou, a aula já tinha começado..
- O irmão dela ta na minha. Por isso que eu sei. O cara é legal, mas não gostei muito não.- Joca respondeu meio desolado.
- Sabe porque Pedrinho? – Gordo, que adorava uma fofoca, foi logo se metendo na conversa.
-O carinha é de presença e as meninas ficaram babando por causa dele.
- Parece que nosso amigo Joca vai perder o trono. - Comentou Pézão que vinha chegando. Pedrinho riu da brincadeira e também comentou sobre a nova aluna.
– E a irmã dele também não fica atrás. É linda. Parece um anjo com aquela pele branquinha. Os olhos dela parecem jabuticabas de tão pretinhos e a boca... Ai meu Deus! Exclamou. Que boquinha mais linda.
De repente Pedrinho se deu conta de que estava falando demais, mas já era tarde. Ele estava sendo fuzilado por quatro pares de olhinhos boquiabertos com o que acabaram de ouvir do amigo. Farelo foi o primeiro a falar.
- Olha só isso gente. O bobalhão tá apaixonado!
Todos caíram na gargalhada na maior gozação com a cara de bobo do amigo. Pedrinho tentou consertar, mas já era tarde.
- Calma ai gente! Eu só tô dizendo que ela é muito bonita, nada de mais. É melhor vocês pararem com essa brincadeira que não tô gostando. Não se pode elogiar ninguém agora. Eu hem? Vou é pra casa porque tenho mais o que fazer do que ficar ouvindo bobagens de um bando de sem graças.
Pedrinho deu as costas para os amigos e saiu rapidamente. Ele não estava chateado com os eles, mas sim consigo mesmo. Preferiu sair logo para escapar da situação embaraçosa.
- Ihi! Acho que pegamos pesado. - Pezão falou preocupado.
- Foi mesmo. - Respondeu Joca. - Amanhã a gente se desculpa com ele.
- Amanhã uma ova. Vamos já atrás dele pessoal. - Não é comum, mas gordo falou com certa rispidez. Gostava muito de Pedrinho e não iria espera um dia todo angustiado para se desculpar pelas brincadeiras.
– E então pessoal? O que estamos esperando? - Continuou gordo falando com os braços cruzados.
- O Gordo tem razão. - Joca concordou. -Vamos atrás dele.
- É isso ai. Sebo nas canelas então pessoal. - Gritou Pezão, que saiu em disparada seguido por todos. O Gordo saiu atrás segurando as calças para não cair e foi logo gritando:
– Diminui o sebo nas canelas ai gente. Eu não sou o Joaquim Cruz. - Falou rindo.
Os outros diminuíram a marcha e o pegaram pelas mãos e saíram arrastando o pobre coitado morro abaixo numa gritaria alegre típica de garotos na adolescência. Não demorou
muito e o avistaram próximo ao ribeirão. Pedrinho também os viu.
– Ai meu Deus. Lá vem eles pegarem no meu pé novamente.
Então não pensou duas vezes. Saiu correndo pela orla do ribeirão, mas Joca corria muito e não deu chance para que Pedrinho fugisse.
– Calma amigão. A gente só ta querendo se desculpar pelas brincadeiras.
Nesse meio tempo foram chegando os outros e se amontoando num único bloco. Abraçaram Pedrinho, na tentativa de se redimirem.
Pedrinho já estava amolecendo quando chegou o gordo correndo e gritando.
- Sai da frente que perdi o freio. Não houve tempo para uma reação defensiva. Como um rolo compressor, Gordo atropelou os amigos e, juntos, despencaram do barranco e só foram parar dentro do ribeirão lamacento.
- Tinha que ser você né Gordo. - Falou Joca muito irritado.

- Desculpa, eu não consegui parar. Gordo ainda deitado de costas na lama, falou todo sem jeito. Nesse meio tempo, se deram conta que faltava Pezão.
– Onde tá o Pezão? Perguntou Pedrinho, pensando num milhão de coisas que poderiam ter acontecido com ele. Mas uma voz abafada soou abaixo do Gordo.
-Tô aqui. Anotaram a placa do caminhão que atropelou a gente? - Perguntou Pezão, pedindo para o amigo sair de cima dele. Todos olharam horrorizados para aquela figurinha patética completamente envolvida num cobertor de lama.
- Ai Meu Deus! - Gritou Farelo rindo da aparência do amigo.
- Esse só pode ser o monstro do lago Ness.
- Não Farelo. - Disse Pedrinho. - Pelo tamanho dos pés, só pode ser o abominável homem das neves. - O próprio Pezão corrigiu.
– Abominável homem da lama você quis dizer né? - E desatou a rir seguido, pelos outros.
-É... Tá tudo muito engraçado, mas quero só ver a desculpa que vou dar quando eu chegar desse jeito em casa. - Gordo falou tentando se livrar da lama em seu rosto.
- Paciência, Gordo. Agora não adianta chorar. Vamos nos limpar e seja o que Deus quiser. - Joca falou, caminhando em direção a uma bica d'água ali próximo. Depois seguiram em frente, discutindo os planos do Dia seguinte.

7 comentários:

  1. tah um poeta a Ginoca ó

    ahuauhauuhahaa

    *-*

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  2. Dona Cotinha, mãe de Pedrinho
    seu Pitanga, pai de Pedrinho e marido de Dona Kotinha.


    A Dona (Cotinha) é com C ou K ???
    Dá uma arrumadinha depois mozão!!

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  3. Texto total manézinho hahaaha
    Tem até o tio Joca no meio ai? hahahaha

    não sabia q tu escrevia tao bem tio. Parabéns.
    Vou pro próximo@!

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  4. oinn.. ta interesante o texto, só tm alguns pontos que gostaria de elencar: tá mto descritivo o texto, é bom mas nao em excesso.. isso se torna confuso para o leitor, outra impressao que tive foi qto ao tipo de narração? Vc esta contanto a história, 3ª pessoa certo? Tlvz isso faça com que a gnt se perca no tempo da historia, numa passagem que me recordo está no passado, e maioria da narraçao é no presente, certo?? Mas apesar das considerações está mto boa, o enredo é interessante, e a leitura é dinamica! Serei uma leitora assidua, e desculpa as correções.. kk bjoo!

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  5. Realmente tinha uns errinhos de digitação, pontuação e gramática. Arrumei prá ti todos que percebi. Talvez tenha passado algum outro. Quanto ao excesso de descrição, não percebi isso. O início é assim mesmo. Serve para situar o leitor na história, com apresentação de personagens, local, etc. A narrativa é no tempo presente, mas pode, em algumas passagens, se referir à algo que já aconteceu do ponto de vista do narrador.
    Continua escrevendo, que tá bom.

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  6. Parabéns meu amigo, muito show de bola... Quem diria, bombeiro e escritor, bacana mesmo.
    Abração do amigo

    Márley

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  7. Já li tudim do cap I.
    De uma revisada com leitura calma... Vi uns errinhus..
    Bjunda.

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